Uma semana com los Costeños: Cartagena, Santa Marta e Parque Tayrona

Los costeños, é assim que são chamados os habitantes do litoral colombiano. Eles são realmente um povo  mais “quente”, malandros, espertos e falam o espanhol mais rápido de toda a Colômbia. Hospitaleiros, los costeños são muito diferente do que há em toda a Colômbia.

Primeiramente vou começar a falar de Cartagena das índias, lugar mais turístico de todo litoral colombiano.

Cartagena das índias

Quem vai à Cartagena fica logo hospedado na cidade amuralhada, coisa que ao conhecer a cidade e andar por fora, achei não ser necessário hospedar-se dentro da cidade, pois ao redor há outros meios de hospedagem tão bom e bem localizados quantos os que ficam dentro da cidade. O custo é bem menor, tanto na hospedagem quanto na alimentação.

Cidade Amuralhada. Fonte: Jôviajou

A vida do Costeño dentro da cidade é aquela muvuca como em toda cidade turística, há os espertos e os mais hospitaleiros que fazem de tudo pra te receber bem.

Das cidades que passei, vou ser bem sincera que não gostei de Cartagena, lembrando que fui na altíssima temporada, e como todo lugar cheio de turista nem tudo são as mil maravilhas e é sempre mais caro e tentam tirar qualquer centavo a mais dos turistas.

Playa Blaca em Cartagena super lotada em janeiro de 2018. Crédito de Imagem: Jôviajou

Tudo que te oferecem não é hospitalidade ou pra te agradar, é que no final será cobrado um regalo ou uma propina. Então, ao ir a Cartagena, a primeira dica é ficar ligado no que te oferecem, principalmente nas praias.

Há todos os tipos de passeios e preços, como fui na alta estação tudo estava mais caro e a diferença de preço de uma agência para outra é exorbitante e isso vale tanto para o turista local quanto para o turista estrangeiro, pois fiz amizade com pessoas de outras partes da Colômbia e perguntava dos preços dos passeios em grupo e família e o meu as vezes era mais caro ou até muito mais barato. Gente, tem um passeio que não recomendo e já vou contar.

Os homens que ficam em frente ao relógio vendendo  pacote turístico pra você, é o mesmo que a agência vai te levar pra pegar o transfer, é uma muvuca só.

Local onde ficam oferecendo o passeios. Relógio. Crédito de Imagem: Jôviajou

Fora essa esperteza malandra dos costeños, que me lembrou muito o carioca no Rio de Janeiro, mais os preços exorbitantes presente em Cartagena, principalmente dentro da cidade amuralhada, posso dizer que a cidade histórica de Cartagena é mesmo linda e a história e cultura é indescritível.

E o calor, gente o calor é de matar um, igual ou pior que Boa Vista/RR, afirmo que nos dias que fiquei estava pior, que passei mal a noite um dia.

Eu ficava me escondendo nas sobras dos prédios, mas não tinha jeito. O calor e o sol era demais. Foto: Jôviajou

Vou contar um pouco do que fiz por lá e o que visitar, fiz quase tudo e explorei bastante a cidadezinha antes e depois de ir a Santa Marta partindo de Van de lá mesmo.

Bom, tudo começa às 9h  por lá, pelo menos o movimento real da cidade. Eu acordei cedo no primeiro dia e às 8h só tinham os descarregadores nas portas das lojas e algumas lojas abertas e zero de turistas na rua. Quer tirar foto sem pessoas te atrapalhando? Acorde cedo e vá explorar a cidade antes que tudo “acorde” e estrague a sua foto, ou não.

Ruas de Cartagena desertas dentro da cidade amuralhada em janeiro de 2018. Crédito de Imagem: Jôviajou

No primeiro dia, fiz todo o centro histórico a pé, peguei um mapa e simplesmente fui andar, que é andando que você conhece as coisas. Eu não quis fazer o tour grátis, estava sem paciência pra esperar. E o mapa que eu estava na mão era ótimo. Andei tudo pela cidade amuralhada.

A cidade amuralhada encanta pelos cavalos que puxam as carroças nas ruas estreitas cheias de pedrinhas. Os enormes muros de concreto cercam as fachadas coloniais de diversas cores com mais de 400 anos de história e cultura. É possível rodear a cidade caminhando sobre os 11km de muro e visualizar o mar que cerca essa região. Ou perder-se pelas vielas parecidas, coisa que fiz muito por lá. rsrsrs. Fundada em 1533, Cartagena foi inspiração para Gabriel García Márquez, ( sério, os livros dele são maravilhosos, li dois) escritor colombiano ganhador do Prêmio Nobel de Literatura em 1982. Cartagena é Patrimônio Histórico da Humanidade pela Unesco, título recebido em 1984. E Vamos ver mais!

Cidade Amuralhada. Plaza. Foto: Jôviajou
Cidade Amuralhada. Foto: Jôviajou

 

Cidade Amuralhada. Foto: Jôviajou.

 

Castelo de San Felipe de Barajas. Os espanhóis tentavam se defender dos ataques dos ingleses, foi então que no ano de 1657, foi concluída esta fortaleza sobre o morro de San Lázaro para dominar a partir desse ponto o único acesso que a cidade tinha pelo continente. A partir do castelo é possível tirar ótimas fotos da baía. Foto: Jôviajou.

 

Castelo de San Felipe de Barajas. Se perder ao caminhar pelos túneis do castelo de San Felipe de Barajas é um programa que permite conhecer por dentro o “guardián de Cartagena” (guardião de Cartagena). Foto: Jôviajou.
Chiva Rumbera, é esse carro colorido. De dia, você faz tour com eles e custa 50mil COP com uma bebida típica e a noite, como diz o nome ele passa por diversos lugares e é servido uma bebida típica e termina numa balada. Custa entre 60mil e 80mil a chiva na night. Foto: Jôviajou

 

Fica localizado na parte de trás do Castelo de San Felipe, esta obra de Tito Lombana , um poeta de Cartagena Luis Carlos López. O legal não é a escultura em si, mas sim o conjunto formado por ela e pelo castelo como plano de fundo. Fica fora da cidade amuralhada e vale a pena conhecer. Foto: Uma turista.

 

 

Além da Chiba Rumbera, há esses ônibus que faz citytour pela cidade e você pode desfrutar da cidade olhando mais de cima. Foto: Jôviajou

 

Ainda fora da cidade amuralhada, há esta é uma homenagem à índia Catalina, que teve um papel importante no processo de colonização da região. Catalina foi raptada em 1509, quando tinha apenas 14 anos, pelo conquistador espanhol Diego de Nicuesa, no povoado conhecido como Zamba. Voltaria às suas terras somente em 1533, depois de já ter aprendido o idioma espanhol, no papel de intérprete. Com isso, teve um importante papel na pacificação de numerosas tribos indígenas. Pense numa parente inteligente! Foto: Jôviajou.

 

E pra fechar, nas ruas de Cartagena, simplesmente caminhar pelas ruas coloniais de Cartagena é uma experiência única. Quase todas as casas estão em um estado impecável, bem pintadas e cheias de flores. Foto: Jôviajou

Depois de andar todos o centro histórico fui procurar as agências e pacotes para fazer os passeios. Foi difícil encontrar um que fosse um preço acessível e com vaga para uma pessoa.

Mas encontrei uma agência perto do meu hostel e fiz esses passeios. Um desse não recomendo, falo logo de cara.

O primeiro passeio que fiz foi no para flutuar no vulcão Totumo (esse é o que não recomendo), é necessário fechar um pacote com agências que foi 50mil COP. O passeio é exótico, já que o turista se submete a nadar na lama de um vulcão, que você tem que passar seu celular pra um local tirar fotos 4mil COP. Durante a visita, é possível fazer uma massagem custa mais 4mil COP, mesmo se você não quiser, eles insistem, seja incisivo, diga que não quer e dê espaço para outro. Depois da atração, colombianas que vivem ali oferecem um banho no rio ao redor do vulcão para limpar a lama do corpo, o preço, 4mil COP nessa parte as mulheres dão banho em você e passam a mão onde você nem imagina, como se tivesse dando banho em criança. kkkk Antes disso, você tem que pisar em umas pedrinhas que doem o pé e o cara te oferece a sandália e no fim, você paga 2mil COP, pela receptividade.

Vulcão El Totumo. Foto: Jôviajou

 

Dentro do Vulcão EL Totumo. Foto: Do morador local, as outras, ficaram embasadas e foi pago  4mil COP.

 

Então, o preço foi esse, é distante e não tem nada de interessante. A comunidade fica em cima dos turístas oferecendo e querendo fazer qualquer coisa para ganhar um trocado. Mesmo você não querendo, eles insistem. Esse passeio postei só pra vocês não irem realmente, pois não vale a pena.

No outro dia pela manhã, outra frustração. A playa Blanca. Essa praia é espetacular, mas recomendo que não vá na alta estação, você não tem espaço pra ficar, tudo é muito e caro e as pessoas abusam da sua boa vontade. Assédio aos turistas é constante. Não vale a pena ir na alta estação MESMO, mas acredito que em outro período, você vai aproveitar bastante.

Na playa Blanca. Foto: Jôviajou

 

Na playa Blanca, super lotada. Foto: Jôviajou

 

Na playa Blanca. Foto: Algum turista que estava passando. Gente, não dava pra tomar banho direito. Muitaaa gente….

 

Na playa Blanca . Tentei até cortar o pessoal pra mostrar que tem passeio de jet ski, mas era muita gente. Foto: Jôviajou

Sem dúvidas a praia é linda, e possivelmente a mais bonita da Colômbia depois das de San Andrés (Fui em 2016). Playa Blanca oferece tudo o que você espera do Caribe de verdade: água azul turquesa e areia branca, como nas fotos.  Apesar de ser um destino paradisíaco, mesmo os mochileiros em economia de guerra podem visitá-la sem problemas, há para todos os bolsos.

Esse lugar é lindo mesmo, o caribe Colombiano é maravilhoso, mas como tudo com muita gente e sem controle fica difícil pra aproveitar bem. Dicas: cuidado com as coisas, golpes é o que há por lá, com as massagens e que tudo o que te oferecem. Tudo será cobrado! Mas, sem dúvidas é um passeio imperdível para quem está em Cartagena.

Depois, há 4 horas de van, fui para Santa Marta, conhecer a cidade e o Parque Tayrona.

Santa Marta – Colômbia

Diferente de Cartagena, essa parte da costa colombina é menos turística e mais autêntica, é uma cidade bem tranquila e hospitaleira. Santa Marta, apesar de pouco turística, tem suas vantagens. É mais econômica, e torna a experiência mais interessante: por suas ruas você não verá tantos turistas  pessoas te abordando pra vender pacotes turísticos, mas sim pessoas trabalhando numa rotina normal de trabalho.

Para quem curte praias, é um ótima opção, há  praia na cidade em si, e inúmeras outras opções para se chegar rapidamente em barco ou ônibus. Na história e cultura, tem por curiosidade é que ela é a cidade colonial mais antiga da Colômbia, e a segunda mais antiga da América do Sul. Também foi o local onde morreu o libertador Simón Bolívar ( ele só me lembra os Venezuelanos). Santa Marta é uma boa base para quem quer conhecer o Tayrona ou pegar uma excursão para a Cidade Perdida entre outros passeios.

 

Litoral de Santa Marta. Foto: Jôviajou

 

Litoral e Centro Histórico de Santa Marta. Foto: Jôviajou

 

Praia de Santa Marta. Foto: Jôviajou

 

Litoral de Santa Marta. Foto: Jôviajou

 

Litoral de Santa Marta. Foto: Jôviajou

Em Santa Marta fique hospedada em  Taganga, os próprios ônibus de linha fazem o trajeto. Eles partem do terminal e passam pelo centro. A passagem custa 1400 COP.

Por estar tão perto de Santa Marta foi difícil para acreditar que Taganga fosse ser tão bonita, apesar de ter chegado a noite, de dia fiquei de boa aberta com a beleza. Esperava a mesma muvuca da playa blanca, com carros e gente para tudo que é lado. Sorteque fiquei lá hospedada e por incrível que pareça, mesmo na alta temporada, esta praiazinha de cerca de 5 mil habitantes é um paraíso para aqueles que buscam relaxar e curtir as águas do mar do caribe. As duas praias principais (a própria Taganga e a Playa Grande) possuem bastante movimento, mas basta caminhar alguns minutos adiante para encontrar lugares paradisíacos e desertos além de algumas travessias de barco.

Ruas de Taganga. Foto: Jôviajou

A princípio iria passar 2 dias em Santa Marta, mas acabei passando 4 dias, pra tirar meu PADI (carteira de mergulho recreacinal). Era só pra eu mergulhar, mas acabei tirando o PADI.

Mas quem vai a Santa Marta e não conhece o Parque Tayrona, é melhor voltar outra vez. Um espetáculo da natureza de encher os olhos.

Parque Nacional Tayrona

As praias no parque possui as praias mais bonitas, como Cañaveral e Arrecifes, com mar mais bravo  – ou “picado”, como os costeños  dizem por lá – e Cabo San Juan de Guia, linda e super tranquila e mais visitada. Entre as praias você faz umas trilhas boas – nada muito puxado, leva mais ou menos 2h desde a entrada principal até o Cabo San Juan, mas vale a pena a caminhada.

Eu fiquei uma noite por lá, mas se quiser também pode só passar o dia – sem dúvida é muito melhor passar a noite – pra curtir o céu estrelado depois que todas as luzes se apagam e aproveitar a praia bem tranquila na manhã seguinte! Sem falar que fica muito menos corrido, dá pra aproveitar melhor o passeio e as trilhas. Tudo sem pressa é melhor!

O parque tem uma infraestrutura boa, com restaurantes, banheiros, chuveiros e iluminação, e é bem roots é só pra dormir – em redes ou barracas, a não ser que você tenha muito dinheiro  pra pagar uns hotéis lidinhos que vi pelas brechas das trilhas (ecohabs). 

 

Parque Tayrona. Foto: Jôviajou

Como chegar?

– De barco: a saída é feita da baía de Taganga, leva mais ou menos 1h e você chega no Cabo San Juan de Guia. Custa 90 mil COP, ida e volta. Você também pode fazer só um trecho de barco, como a volta, por exemplo.

– De van / via agência: opção mais barata que o barco, custa 50 mil (ida e volta) e a van deixa você na entrada principal do parque. Aí você tem que fazer a trilha a pé até as praias. A saída pode ser feita de Santa Marta ou de Taganga, leva mais ou menos 1h também pra chegar lá.

– De bus: (foi como eu fui) se você quer economizar, sem dúvida essa é a sua opção! O bus para o Parque Tayrona custa 6 mil cada trechosai de Santa Marta, perto do Mercado (Calle 11 com Carrera 11). Todo mundo sabe te informar onde é e como chegar lá. Eu estava em Taganga e peguei um bus de lá até perto do mercado, andei uma quadra e lá estava eu.

O bus sai do meio do mercado, então é mais fácil perguntar onde pegar. Não tem um horário fixo, a toda hora saem ônibus – a maioria é bem simples e você pode ir em pé se não garantir logo o lugar. O Trajeto leva aproximadamente 1h, lembre-se de pedir pro motorista te deixar no El Zaino, que é a portaria principal, mas quando chegar em frente ao parque Tayrona eles gritam. Ainda mais que você não é o único turista lá dentro.

O parque tem duas entradas: o El Zaino é a principal, ponto de acesso pra ir pra trilha pras praias; o Calabazo é a entrada alternativa, pra quem vai direto pro Pueblito, uns 5 km caminhando até ali, mas uma pernada até as praias! Nossa, essa é longe!

Na trilha, parando pra tirar essa fotinhA. Foto: Jôviajou.

 

Quer mais beleza? Foto: Jôviajou.

A entrada custa 56 mil COPs para estrangeiros, comprei pela internet, já que era alta estação. Garanti o meu! Dica: se tiver um colombiano junto, dá pra pedir pra ele comprar pra você, porque eles pagam bem menos.

A primeira estradinha do parque leva 40 minutos a pé, e não tem nada demais pra ver – compensa pegar a van que eles oferecem na entrada, custa só 3 mil COPs.

Inicio da trilha. Foto: um turista passando.

Depois que você pega uma van na entrada que é 3mil COP,  entra pelo El Zaino e pega a van para fazer a primeira estradinha do parque, aí você começa a caminhar pelas trilhas. No primeiro mirante você vê a praia de Cañaveral – pra ir pra lá tem que pegar uma trilha bem diferente – bem bonita – lá em Cañaveral dá pra se hospedar em umas cabanas chiques, as ecohabs. Ah, no mirante tem um vendedor de sorvetes e águas.

Trilhas vendedores de água, sorvete, água de coco, sucos de laranjas. Foto: Jôviajou.

O tempo pra chegar na parte principal é  mais ou menos 1h de trilha você até as Arrecifes, (onde fiquei) que é uma praia onde você pode passar a noite, em redes ( na rede fiquei, é claro, como uma boa macuxi) ou barracas. A praia é bem bonita, mas o mar é bravo e eles orientam o pessoal para não tomar banho de mar. É em Arrecifes que eles às vezes revistam tua mochila na entrada. Se você quer ficar curtindo a praia, é melhor ir até Cabo San Juan de Guia. Olhe as fotos abaixo!

Como em qualquer lugar que seja um paraíso é muito caro por lá.

Onde Ficar?

– Hospedagem:  rede custa 25 mil COPs,  que fiquei, isso foi em janeiro de 2018, gente! o preço muda. Uma noite na rede sem lençol com banho gelado e lugar pra mochila que não é seguro.

Onde Comer?

– Refeições: o preço médio do almoço e janta é 20 mil COPs  (em Cartagena paguei em média 6 mil a 12mil, e olha que Cartagena é bem turístico!), e o café da manhã varia de 8 a 10 mil. Se você dormir lá, tem que considerar 2 ou 3 refeições + café da manhã, ou seja, você gasta fácil uns 70 mil só em comida, se não levar lanche. Isso sem contar a bebida – a lata de cerveja custa 5 mil, um copão de suco custa 8 mil ( Suco de coco com limão). Faça as contas, e leve bastante dinheiro! Só dinheiro, nada de cartão. Gente, muita água para beber, repelente e protetor é o que  não pode faltar.

Cabo San Juan. Foto: Jôviajou.

Parque Tayrona. Foto: Jôviajou.

Pela trilha, mais uns 40 min, você chega a praia de Arenales, onde o mar é bem tranquilo e a areia é grossa. Logo em frente, andando mais uns minutos pela trilha, você chega a outra praia bem tranquila também, a La Piscina.

Depois da praia La Piscina, leva só mais uns 15 minutos pra chegar finalmente a Cabo San Juan de Guia, a outra praia onde você pode se hospedar, também em redes ou barracas, eu queria ter ficado em San Juan, mas não tinha mais vagas nem barracas.

Desde a entrada até El Zaino a trilha leva umas 2h – não é difícil, só é escorregadia em algumas partes tem muita lama, pois tem trilhas de cavalos e eles deixam as trilhas piores, principalmente se tiver chovido.

Depois de Cabo San Juan ainda tem mais duas praias (de nudismo), com trilhas bem tranquilas (uns 10 minutos), mas cheias de mosquitos, segundo as argentinas que conheci no acampamento. Então nem fui, mas esse de nudismo, as pessoas nem ficam sem roupas, só algumas.

Praia Cabo San Juan. Foto: Jôviajou.

O que precisa levar?

Eu levei pouca coisa, mesmo indo dormir. Mas não levei lençol, porém a canga me salvou e não estava tão frio, entre redes, fica mais aquecido.

Já disse no item anterior. Água, protetor solar e repelente, você já sobrevive.

 Tênis e chinelo;

– Calça, manga comprida para noite e roupas de banho e leve para o dia;

– Repelente, protetor solar,  óculos de sol e garrafa de água;

Canga e toalha;

– Kit básico para banho como Shampoo, sabonete, escova de dente, pasta de dente e desodorante;

– Lanterna e carregador portátil de celular para as fotos e em algumas parte pega celular. (usei o chip da Claro colombiano);

– Lanche para economizar nas trilhas;

– Dinheiro trocado, cartão não aceitam e nunca tem troco para notas grandes; 

– Cadeado para o locker e uma mochila leve.

É proibido levar bebidas, eles revistam as bolsas. Colocam o nariz na garrafa de água para ver se não é bebida.

 

É isso aí! Na próxima vou fala de Cali, a cidade da Salsa. 

 

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