Em Parintins você vai ver o que é amor!

No post anterior você conheceu um pouco de como chegar à Parintins e aproveitar esse Festival maravilhoso. Agora vamos a mais dicas sobre o que é o festival e o que você não pode deixar de fazer.

Os versos dos poetas do Boi Garantido Emerson Maia, hoje no Boi Contrário, e de Carlos Paulain, do Boi Caprichoso, dão a tônica do amor que existe em torno da disputa em vermelho e branco dos Bois de Parintins. E a rivalidade vai além da arena, tudo na santa, hoje em dia…

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Que tal conhecer um pouco mais sobre o Festival de Parintins?

Boi Garantido

Vem comigo e escolhe sua cor, não existe meio termo.

A história nos conta que Lindolfo Monteverde, Mestre Fundador do Boi Garantido ainda menino já brincava de boi com seu boizinho de curuatá (Invólucro das flores das palmeiras).

Ao cair enfermo na sua juventude fez uma promessa a São João de que se fosse curado, montaria um boi em sua homenagem; cura alcançada, Lindolfo cumpriu sua promessa, e até hoje o Garantido arregmenta uma nação de torcedores apaixonados!!!

Boi Garantido. Foto: Wigder Frota.

Boi Caprichoso

Pelo lado do Boi Caprichoso, a história é cercada de lapsos e um quê de inverdade, segundo ironiza o povo do Garantido. A história oficial nos conta que os irmãos Cid, João Roque, Félix e Raimundo Cid, criaram o Boi Caprichoso em 20 de outubro de 1913, em agradecimento pelo sucesso nos negócios. Os três, nascidos em  Crato, no Ceará, se mudaram para Parintins devido ao  Ciclo da Borracha.

Boi Caprichoso. Foto: Wigder Frota.

Em meio a história…

A brincadeira de criança virou coisa séria, e a rivalidade também. Em Parintins a pessoa quando nasce, perguntam logo se é Caprichoso ou Garantido. Na época pré Festival de Parintins, que iniciou em 1965, quando os dois bois se encontravam nas ruas da cidade terminava em pancadaria, feridos e gente presa, só para acalmar os ânimos.

A cidade literalmente se divide em vermelho e azul, com o branco em comum, como uma bandeira de paz; na parte de cima da ilha, mais precisamente na área do Bairro da Francesa, fica o reduto do Caprichoso.

Na Baixa do São José, onde morava o Mestre Lindolfo, fica o quartel general do povo vermelho, mais conhecidos como perrexés, alcunha para os pescadores que eram chamados de “pés rachados” pelo povo do Contrário.Seguros Promo
A história nos conta que Maria Angela Faria, madrinha do Boi Garantido toda prosa mandou construir uma piscina em sua residência; ao encher a dita, viu que a cor azul predominava, resultado: nunca mais a piscina viu água. Para se namorar alguém, se o/a pretendente foi do contrário já é um demérito para ganhar o coração do/da pretendente.

Pier. Foto: Clovis Miranda – Amazonastur.

Aliás, nunca se fala o nome do outro Boi! Para Garantido e Caprichoso o outro boi é sempre o Contrário!!!

Nessa disputa não vale ficar em cima do muro, alguns até tentam mas…é difícil!

Agora veja as dicas do que fazer em Parintins:

1 – Ir ao Bumbódromo – O que é isso?

É o palco onde está localizada a arena de apresentação dos bois Garantido e Caprichoso. Inaugurada em 1988, construído em formato de arena o Bumbódromo possui capacidade para 17.500 espectadores. Fica localizado na divisa entre os lados vermelho e azul da Ilha;Não tem como não ir!

Bumbódromo. Foto: Ícaro-Guimarães – Amazonatur.

2 – Catedral de Nossa Senhora do Carmo – Onde há festival, sempre tem uma padroeira.

O maior símbolo da religiosidade dos parintinenses teve sua obra iniciada em 1961, de autoria do engenheiro italiano Giovanni Butori. Sua torre foi concluída em 1981. No topo está a imagem da padroeira Nossa Senhora do Carmo, como a olhar para todos os parintinenses e visitantes que suplicam por proteção.

Catedral. Fotos: Clóvis Miranda – Amazonastur.

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3- Mercado Municipal –  Agente precisa comer né?!

Recém  reformado, o Mercado Municipal também é uma boa pedida, na opinião de Luciana, principalmente para quem quiser experimentar o café regional, com tapioca e o famoso x-caboquinho, sanduíche de pão recheado com tucumã, banana e queijo coalho.

 

Fotos: Clóvis Miranda – Amazonastur. Comércio.

4 – Praça Digital – conecte-se!

A Praça Digital também fica na orla de Parintins e é bastante visitada. No local, que conta com uma série de bares, acontecem apresentações artísticas.

Praça Digital. Foto: Clóvis Miranda – Amazonastur.
 Praça Digital. Foto: Clóvis Miranda – Amazonastur.

5 – Pôr do Sol do Bar Comunas – Vamos caçar pores do sol!

A área localizada na rua Rui Barbosa, Centro, é point para quem curte um dos melhores pores do Sol na capital internacional do boi-bumbá que oferece uma bela vista do rio Amazonas. A praça fica localizada na área central e durante o festival torna-se ponto de encontro dos torcedores.

Porto. Fotos: Clóvis Miranda-Amazonastur.
Orla. Fotos: Clóvis Miranda – Amazonastur.

Comunas-Bar. Fotos: Clóvis Miranda-Amazonastur.6 – Passear de triciclo – A ilha é tão pequena que andar nela é de…

Andar de triciclo é das coisas mais legais e espécie de sensação entre os ilhéus e visitantes. O preço inicial é R$ 5, e dependendo da distância você pode negociar outros valores com o condutor. E, de quebra, ainda se informar sobre as particularidades de Parintins.

Triciclo. Fotos: Clóvis Miranda – Amazonastur.

Triciclo. Fotos: Clóvis Miranda – Amazonastur.

Chip de Viagem

E o próximo post vamos falar  sobre a apresentação dos bois, entender melhor dança. Se gostou, deixa uma mensagem e aí nos comentário e compartilhe com os amigos.

 

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