Paracaraima/RR: Bate e Volta na Boca da Mata

Atualmente conhecida com Boca da Mata (denominada por militares) e fundada, em 1912, pelo índio Taurepang Jorge Hernandes a comunidade, é localizada na terra indígena São Marcos no município de Pacaraima/RR e  teve como primeiro nome Wararapay, em língua Taurepang significa cabeça de arara.

A 191km da capital Boa Vista (RR) e está localizada às margens da BR-174, que conecta Manaus (capital do Amazonas) à fronteira com a Pacaraima (RR) e fronteira com a  Venezuela. Durante a década de 1970, que a infraestrutura foi construída e ao longo desses quase 50 anos.

Nesse período, inicia-se a construção da BR 174 e a comunidade passa a sofrer a influência dos não-índios, descaracterizando e modificando elementos culturais mantidos tradicionalmente pelos indígenas. Durante os anos de 1980, as comunidades indígenas pertencentes à Terra Indígena São Marcos fortaleceram a luta pelo reconhecimento e legitimação da sua territorialidade.

Depois de um resumo vou conta como foi o bate  e  volta na Boca da Mata. Conheci a comunidade, sua história, comida e dois atrativos naturais a cachoeira do Macaco e o banho Manga Braba, esse, localizado no Rio Surumu.

Em grupo de amigos e professores, pesquisadores, juntamos os carros e seguimos rumo a Pacaraima, o passeio de um dia foi uma pesquisa de campo de trabalho e vamos mostrar todos os detalhes desse bate e volta.

Saímos as 7h do posto da rotatória (ponto de encontro), fomos em 4 carros no total de 18 pessoas em média, entre estudantes, pesquisadores, professores e aventureiros.

No meio do caminho tomamos café na km 100 e depois seguimos. Chegamos a comunidade por volta das 10h.

Tivemos a recepção da tuxaua da comunidade dona Leoneide macuxi, ela nos deu as boas-vindas, conversamos e depois fomos fazer o roteiro.

Imagem: Jô Viajou
Imagem: Jô Viajou

A primeira parte do roteiro foi visita a roça, isso mesmo, entender o processo de plantação da mandioca e ainda por cima vimos o processo do caxiri.

Imagem: Jô Viajou
Imagem: Jô Viajou
Imagem: Jô Viajou
Imagem: Jô Viajou
Imagem: Não lembro 😉

Depois dessa parte seguimos para as Cachoeiras e o Rio Surumu.

Saímos de carro da sede da comunidade, pegamos 7km de estrada até a Cachoeira do Macaco, que tem duas partes. A parte alta e a parte baixa.

O interessante que ao chegar no rio, dona Leoneide fez um oração pedindo autorização a mãe natureza para entrarmos no logo.

Imagem: Jô Viajou

Depois é só banho e mais banho. A parte alta tem águas quentes e cristalinas e é um pouco funda em algumas parte, há uma pequena corredeira.

Imagem: Jô Viajou
Imagem: Jô Viajou
Imagem: Jô Viajou
Imagem: Jô Viajou
Imagem: Jô Viajou

Após um tempo na parte alta, fomos para baixa, onde há um queda maior de água.

Imagem: Jô Viajou
Imagem: Jô Viajou
Imagem: Jô Viajou
Imagem: Jô Viajou
Imagem: Jô Viajou
Imagem: Jô Viajou
Imagem: Jô Viajou
Imagem: Jô Viajou

Seguimos para a terceira parte do roteiro e conhecemos o Rio Surumu o banho da Manga Braba que um corredeira forte e funda que requer mais cuidados. As pedras são lisas e água é mais quente que na cachoeira do macaco.

Imagem: Jô Viajou
Imagem: Jô Viajou
Imagem: Jô Viajou
Imagem: Jô Viajou
Imagem: Gisele
Imagem:Gisele
Imagem: Jô Viajou
Imagem: Jô Viajou
Imagem: Jô Viajou

Logo seguimos para o almoço, onde degustamos de uma comida genuinamente indígena. Depois do almoço voltamos para Boa Vista e chegamos às 20h. Espero que tenham gostado. A região está em estudo para começar as atividades de etnoturismo na região de forma organizada e lucrativa. A comunidade em sua maioria são adventistas e não pratica nada no sábado, por isso, estão vendo alternativas que respeitem a religião da comunidade e mantenham a sustentabilidade para os que querem turismo na região. 

Mais detalhes no Canal Jô Viajou  – parte 1

Foram dois Vídeos: Parte 2

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